Com maior representatividade de organizações da sociedade civil, o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural de Araçatuba tomou posse na tarde da última terça-feira (10) no Salão Azul da Prefeitura de Araçatuba.
Composto por 21 membros, quase o dobro da composição anterior, o colegiado tem o propósito de articular políticas públicas voltadas ao fortalecimento da produção rural e ao desenvolvimento sustentável do município. O Secretário de Desenvolvimento Agroindustrial, Cesar Rezek, ressaltou a ampliação da representação decidida na última reunião do conselho.
“Araçatuba é uma das capitais do agro. E precisamos ter a maior representatividade em nosso Conselho de Desenvolvimento Rural para continuarmos a consolidação do desenvolvimento desse setor fundamental de nossa economia”, ressaltou Rezek.
Participação social
A participação da sociedade na construção de políticas públicas é um dos pilares da gestão democrática que a Prefeitura de Araçatuba coloca em prática. O município possui 35 conselhos ativos, entre eles o de Desenvolvimento Rural. É nesse ambiente de diálogo entre poder público, entidades e produtores rurais que nascem propostas, demandas e caminhos para ampliar a produção rural e promover práticas sustentáveis.
“Nossa proposta é fortalecer nosso agro com a participação do conselho. Trabalhando juntos, vamos buscar recursos por meio de bons projetos”, ressalta o prefeito de Araçatuba, Lucas Zanatta.
Composição e atribuições
O Conselho reúne representantes da Prefeitura, órgãos técnicos, associações de produtores, entidades do setor agropecuário, instituições de ensino e cooperativas. Entre os órgãos presentes estão as secretarias de Desenvolvimento Agroindustrial e de Saúde, a Coordenadoria de Defesa Agropecuária, a CATI Regional de Araçatuba, o InpEV e o Centro de Inovações Tecnológicas.
O setor produtivo é representado por associações, sindicatos, organizações da agricultura familiar, produtores de cana e cooperativas. Também integram o colegiado instituições financeiras oficiais e centros de ensino e pesquisa, como a Faculdade de Medicina Veterinária da Unesp e o Unisalesiano.
O objetivo é garantir a participação direta de quem vive e trabalha no campo na formulação, acompanhamento e avaliação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural.
Mandato e funcionamento
O mandato dos conselheiros é de dois anos. A participação é considerada serviço público relevante e não é remunerada. O Conselho tem a missão de discutir propostas, acompanhar políticas públicas e contribuir com ações para o fortalecimento da produção rural no município.