Governo amplia atendimento do Bom Prato para jantar e aos finais de semana

O governador João Doria anunciou nesta segunda-feira (30) a ampliação do serviço em todas as 59 unidades Bom Prato no Estado, com oferta de jantar e abertura aos finais de semana e feriados. A partir de 1º de abril, a rede passará a servir 1,2 milhão de refeições a mais por mês, com o objetivo de atender principalmente pessoas em situação de rua e famílias em extrema vulnerabilidade social durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

“A partir desta quarta-feira, todos os 59 restaurantes do Bom Prato vão passar a servir café da manhã, almoço e jantar. São 2,4 milhões de pessoas alimentadas a R$ 1 no almoço e no jantar e a R$ 0,50 no café da manhã. O investimento total é de R$ 18 milhões para atender pessoas que mais precisam, em situação de rua, desempregadas, sem renda ou com uma renda mínima”, afirmou Doria. 

A medida vale pelos próximos 60 dias, até o dia 1º de junho. Serão 60% a mais em refeições, em um investimento de R$ 18 milhões do Governo do Estado. As refeições serão servidas em embalagens descartáveis, já que não é possível se alimentar nas próprias unidades.

Outra decisão anunciada é a compra das verduras e legumes de pequenos produtores rurais do Estado. Serão destinados R$ 1,5 milhão do investimento total nas refeições do Bom Prato para garantir o fornecimento e a segurança socioeconômica dos pequenos ruralistas.

“Faço um apelo ao setor do agronegócio em São Paulo para que possam fornecer também verduras e frutas de qualidade para melhorarmos ainda mais a oferta nutritiva dos almoços, jantares e cafés da manhã”, disse o governador. As 59 unidades passarão a servir café da manhã das 7h às 9h, almoço das 10h às 15h e jantares das 17h30 às 19h30. 

“Com o fechamento de outros restaurantes e muitas organizações sociais em quarentena, precisamos duplicar nossos esforços. Pelos próximos 60 dias, vamos garantir três refeições balanceadas e de qualidade todos os dias”, afirmou a Secretária de Estado de Desenvolvimento Social, Célia Parnes.

 

Fonte: O Liberal